Eram apenas crianças aos olhos do mundo, mas se amavam e afirmavam que o mundo era pequeno demais para comportar tamanho sentimento. Eram velhos demais aos olhos dos que mal aprendem a caminhar sozinhos e tropeçam em si mesmos, imersos na ânsia do próximo passo, mas se acarinhavam como amantes que não anseiam o amanhã: vivem apenas o hoje.