... diz o personagem do livro bonitinho.
Já eu diria que, hoje em dia, infinitos mesmo são os círculos escuros ao redor dos meus olhos. Infinito é o sono irrefreável que bate entre as duas e as três da tarde. Infinito é o desejo de esvaziar a cabeça e permanecer deitada durante um dia inteiro.
Cabe ressaltar, no entanto, que o que parece infinito nem sempre o é. E que um infinito sempre cabe dentro de outro. Desse ponto de vista, eu digo que infinito é nosso impulso de reclamar de tudo. Talvez, se parássemos por um segundo, perceberíamos que estamos diante da chance de praticar tantos outros infinitos, como a paciência, a simpatia, a boa vontade, o esforço, o bom-humor...
Dentro dos meus infinitos, vou tentando colocar mil outros.